Ferrovias
Carga e passageiros, com receitas por tipo de serviço.
Do custo de capital à TIR e VPL do projeto, da dívida e do acionista em um só modelo: premissas, projeções, demonstrações e relatório técnico conclusivo, com cada número rastreável até sua origem.
Estruturar concessões sólidas exige rigor analítico, mas esse ferramental não pode ficar restrito a poucos centros de decisão ou grandes consultorias. Quando a modelagem se torna uma barreira de entrada, projetos viáveis deixam de avançar com a clareza necessária.
Modelagem de padrão institucional e robusto ao alcance de qualquer entidade decisora, sem depender de estruturas inacessíveis.
Um método consistente aplicado a diferentes contratos e setores com o mesmo rigor, permitindo padronização e comparação direta.
Um ambiente colaborativo onde as melhores práticas analíticas se acumulam, eliminando o isolamento e as falhas de planilhas dispersas.
Uma linguagem comum entre quem projeta, investe e fiscaliza, sustentada por premissas abertas, transparentes e números auditáveis.
O Valora PPP aplica a teoria econômico-financeira moderna a todos os setores, facilitando e democratizando o acesso a modelagens confiáveis e de alto nível técnico.
Carga e passageiros, com receitas por tipo de serviço.
Pedágio, receitas acessórias e ciclos de investimento.
Água e esgoto, com metas de universalização no Capex.
PPPs com contraprestação e modernização do parque.
Bilheteria, concessões de uso e manutenção.
Tarifas aeroportuárias, receitas comerciais e expansão por fases.
Arrendamentos e terminais, com movimentação por tipo de carga.
PPPs de construção e gestão, com contraprestação por desempenho.
Coleta, triagem e destinação, com receitas por tonelada.
Metrô, VLT e BRT, com tarifa e demanda de passageiros.
Tudo começou com meu TCC na pós-graduação em Engenharia Econômica e Financeira da UFG. A pergunta era direta, mas desafiadora: o beta setorial de Damodaran, adotado quase como padrão na modelagem de concessões, reflete de fato o risco de uma ferrovia brasileira?
Ao comparar o parâmetro global com o beta empírico das ações da Rumo na B3, o impacto ficou evidente: a média internacional superestimava o risco operacional em 10% e elevava o custo de capital próprio em 1,2 ponto percentual. Em contratos de 30 anos, essa distorção altera completamente a viabilidade financeira e o equilíbrio do projeto.
Com a tese validada pela banca, decidi automatizar o cálculo do custo de capital em Python. À medida que o código tomava corpo, integrei a formação em modelagem econômico-financeira da FIPE e expandi a estrutura: Capex, Opex, receita, inflação e tributos, todos conectados dinamicamente ao WACC. Em seguida, incorporei demonstrações contábeis, indicadores de retorno e relatórios automatizados.
Assim nasceu o Valora PPP: o rigor da pesquisa acadêmica transformado em uma ferramenta prática para modelagem e análise de viabilidade de concessões.
Dalmo SilveiraEconomista, criador do Valora PPP
Beta de Damodaran contra beta empírico no CAPM ferroviário. Nota 10.
Custo de capital automatizado em Python: CAPM, beta e WACC.
Entram Capex, Opex, receitas, inflação e tributos, ligados ao custo de capital.
DRE, fluxos de caixa, TIR, VPL e relatório técnico.
Pedido de registro de marca depositado no INPI e sistema aberto a projetos reais.
Cada etapa alimenta a seguinte. Você informa as premissas e o sistema monta as demonstrações e os indicadores de viabilidade.
Receitas por linha com seus tributos, Opex importado de planilha e Capex por rodada de investimento.
Ke pelo CAPM com beta setorial de Damodaran, custo da dívida (Kd) e WACC calculado automaticamente.
Dívida SAC por rodada de Capex, com ICSD ano a ano; outorga fixa e variável, com AVP, e outorga de equilíbrio.
Inflação do projeto, depreciação por ativo, capital de giro e tributos ao longo de todo o prazo, com análise de sensibilidade.
DRE, fluxo de caixa livre (FCFF), fluxo do acionista (FCA), DFC e balanço.
VPL e TIR do projeto e do acionista, ICSD e tornado de sensibilidade, com relatório técnico em PDF e exportação para Excel.
Cada premissa alimenta o motor de cálculo, que monta as demonstrações e os indicadores. Passe o mouse ou toque num bloco para ver de onde vêm e para onde vão os números.
Um estudo de viabilidade é lido por quem precisa conferir. O Valora PPP segue a boa prática de modelagem, não os atalhos das planilhas.
Premissas reais do início ao fim, com o efeito da inflação tratado onde ele de fato existe: depreciação, créditos tributários e capital de giro.
IR e CSLL calculados numa base única, com tributos sobre a receita definidos por linha de atividade.
Fluxos de caixa reconciliados entre si, DRE coerente com o caixa e balanço equilibrado.
Premissas, demonstrações, gráficos e indicadores num documento técnico pronto para análise.
A modelagem do Valora PPP se apoia na teoria clássica de finanças, na literatura de avaliação e project finance e nas normas contábeis e tributárias brasileiras.
SILVEIRA, Dalmo. Comparação entre beta setorial de Damodaran e beta empírico da Rumo S.A. no CAPM ferroviário brasileiro. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Engenharia Econômica e Financeira Aplicada aos Negócios) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2026.
Referências conforme a ABNT NBR 6023. Normas e leis em sua redação vigente.
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